domingo, 26 de maio de 2013

Perfil




Sou Israel Scardua de Aquino, 43 anos, morador da Praia do Canto, Vitória, ES. Sou professor há 24 anos. Atualmente trabalho às quintas pela manha na FAESA Ensino Médio, onde leciono Literatura e Espanhol. Todas as tardes trabalho na PMV, na EMEF MMM, em Maria Ortiz, onde desenvolvo trabalho com alunos com indícios de altas habilidades e superdotação.Atendo também alguns alunos com DI. Todas as noites dou aulas de Comunicação Aplicada para os cursos tecnológicos do CET FAESA, onde também dou aulas de Espanhol às sextas pela manhã. Minha família mora toda em Vitória. Meus pais e meu irmão David que é formado em Comunicação e estuda Artes Visuais moram em Jardim da Penha. Minha mãe, Sonia, é dona de casa e meu pai, Deuzedino, motorista aposentado. Tenho um irmã, Marli, casada, mora em Jardim Camburi e cursa Pedagogia. Meu irmão Mário é casado, mora no Centro e é administrador, trabalha nos Correios. E irmão Leonardo mora na Mata da Praia e é advogado, mas trabalha no TJ. Tenho muitos amigos com os quais gosto de jantar, almoçar e tomar café... Gosto de praia, cinema, teatro, de ficar em casa pintando e desenhando. Sou artista plástico autodidata. Já ingressei no curso de Artes Visuais mas não terminei por incompatibilidade de horários. Gosto de ler romances em língua espanhola, romances, contos e crônicas, e poesias de autores brasileiros e portugueses. Já estudei teatro e cinema. Pratico musculação e corrida. Sou cristão protestante. Gosto muito de viajar. Sou bem humorado, tenho convicções as quais defendo sempre aberto ao diálogo.

Anelos e expectativas com curso de AEE

Israel Scardua de Aquino
Vitória, 30 de abril de 2013
Fazer um curso a distância é uma novidade e um desafio enorme para mim. Sempre tive resistência em entrar numa empreitada dessas. Sempre achei muito mais difícil em todos os aspectos. Talvez porque sempre faço muitas amizades nos cursos que faço. Gosto de interagir com as pessoas pessoalmente. Acho o ambiente virtual frio e perigoso. No momento em que conversamos com um grupo sobre determinado assunto na modalidade presencial podemos sentir a calor das palavras, perceber as tonalidades dos sons, olhar nos olhos de quem fala e em seu corpo, e tudo isso transmite mensagens que podem dar uma carga de significados interessante ao discurso.
Quando soube das inscrições para este curso, me inscrevi dado ao interesse que tenho pelo tema, que para mim, neste momento, é extremamente relevante e percebo a iminente necessidade de estudos na área. Pretendo, a partir dele, dar continuidade aos estudos na área de Atendimento à Educação Especial.
Sei da minha dificuldade de organização de tempo e criar uma disciplina para estudar a distância até porque trabalho em três horários, mas minha força de vontade vai me fazer superar as dificuldades. Pretendo me organizar para dedicar algum tempo de meu planejamento na escola em que trabalho na Sala de Recursos Multifuncionais, à tarde. Tenho também um tempo em que me dedico a planejamentos diário de atividades no período noturno, diariamente.
Inscrevi-me num sorteio na Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Vitória (SEME) na qual sou lotado como professor especialista, mas não fui contemplado de início. Alguns dias depois da lista de sorteados fui chamado para fazer minha inscrição porque havia ficado numa lista de suplentes. Não pensei duas vezes. Reuni a documentação e fiz a inscrição no curso.

Participei do primeiro encontro presencial, em que encontrei muitas colegas de trabalho, que estão na área de educação especial e com quem estou sempre aprendendo. Meu trabalho é com alunos com altas habilidades/superdotação AH/SD na Sala de Recursos Multifuncionais na EMEF Marechal Marcarenhas de Moraes. No início deste curso descobri que não contempla a área de AH/SD. Fiquei um pouco desapontado porque acho essa área pouco discutida nos meios acadêmico e havemos de convir que existe uma necessidade iminente de discutir a metodologia de atendimento a alunos com AH/SP, pelo menos no município de Vitória, onde até o ano passado a Secretaria de Educação encerrou uma modalidade de atendimento havia 10 anos em execução, alegando implantar outra metodologia, o que até a presente data não ocorreu. Espero neste curso, no entanto, aprender mais sobre o AEE e poder trabalhar com outras áreas da EE.

Pesquisa sobre AEE

Pesquisa sobre AEE

O primeiro atendimento especializado a pessoas com indícios de altas habilidades/superdotação, no Brasil, aconteceu em 1929, embora não tenha sido garantido legalmente por não pertencer a políticas públicas. Há estudos sobre a inteligência humana que a tratam como inerente à espécie e biológico, mas há quem defenda ser adquirida, e aí a escola entra com uma participação fundamental pois a ela cabe o papel de estimular, oferecer o conhecimento que a humanidade historicamente acumulou. Gardner propõe a sete grupos de inteligências. Um indivíduo pode possuir uma ou todas. Uma pessoa pode ter uma inteligência mais desenvolvidas que outra, àquela pessoa devem ser oferecidos meios de desenvolver de forma especial sua(s) inteligência(s).


CRUZ Carly Cruz; SANT'ANA, Luana. Altas habilidades/superdotação e inteligência: breves discussões. Vitória.2012. Disponível em www.espacovilanova.com.br/index.php/publicacoes/149-altas-habilidades-super-dotacao-e-inteligencia-breves-discussoes-2012. Acesso em 10/05/2013.
Este link contém um artigo muito interessante sobre altas habilidades/ superdotação
(http://www.espacovilanova.com.br/index.php/publicacoes/149-altas-habilidades-super-dotacao-e-inteligencia-breves-discussoes-2012

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