Audiodescrição
A audiodescrição é um recurso de vital relevância para garantir o deficiente visual o direito à educação, à cultura e a qualquer atividade social.
Quando falamos em inclusão, devemos pensar na perspectiva plena que possa oferecer a qualquer indivíduo as mesmas condições de acesso à comunicação, para tanto lançando mão de quaisquer recursos.
No caso do DV, a audiodescrição lhe permite acesso à aprendizagem por meio de uma visita a uma exposição de arte, de uma exibição de um filme, um passeio turístico. Esse recurso minimiza a limitação do indivíduo na descrição da percepção visual. No caso de um filme, nas cenas em que não há diálogos, elas são descritas por meio de áudio explicativo, ou mesmo nas cenas com diálogos, em que a situação seja determinante para a sua compreensão.
A audiodescrição se torna, portanto, um recurso pedagógico indispensável no trabalho com DV.
Para saber mais acesse www.blogdaaudiodescricao.com.br
domingo, 1 de dezembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA: ENGROSSADOR DE LÁPIS
Essa tecnologia assistiva facilita o manuseio de lápis, pincel, caneta e outros instrumentos similares de pessoas com comprometimento na habilidade motora fina. Há já esse instrumento industrializado disponível para compra, mas é fácil produzi-lo. Basta uma fita de EVA 10 x 30 e cola.
Com uma mão a criança segura o lápis com engrossador e com a outra o papel, assim pode escrever ou desenhar.
Desafios com letras
A atividade sugerida para se trabalhar com aluno DI.
Objetivo:
Identificar letras e formar palavras substantivas dissílabas com sons parecidos;
Despertar interesse com as letras e palavras;
Formar palavras simples com quatro letras;
Associar palavras e desenhos correspondentes àquelas;
trabalhar em grupos de quatro alunos.
Descrição:
Cartelas de papel cartão com 10 x 15cm contendo letras que formam palavras como PATO, MATO, GATO, TOCA, CAMA, MACA, MALA, LATA etc. Cartelas do mesmo tamanho contendo figuras que ilustram essas palavras.
Exploração:
As cartelas com as ilustrações ficam empilhadas e as crianças do grupo de quatro recebem uma quantidade as cartelas com as letras e devem formar a palavra que nomeia a ilustração.
domingo, 14 de julho de 2013
Atendimento Educacional Especializado AEE_fechamento_Israel
O papel do professor especializado na sala de recursos multifuncionais é de extrema relevância dada a necessidade de se trabalhar as necessidades do aluno com necessidade especial no contexto da educação inclusiva.
É sabida da relevância de se observar as necessidades do aluno com deficiência e com altas habilidades/superdotação. O professor especializado, então, entra em ação para conhecer tais necessidades e a partir daí elaborar um planejamento que atenda esse aluno para que, enfim, ele acompanhe os conteúdos da sala comum. Para o aluno com altas habilidades/superdotação o planejamento deve ser para suplementar os conteúdos de interesse do aluno e tentar desenvolver o talento em projetos na sala de aula, na escola e se preciso fora dela, em espaços propícios com universidades, clubes esportivos, escolas específicas como a de música, etc.
Esse planejamento deve ser feito com os profissionais que, direta ou indiretamente, trabalham com esse aluno: professor de sala comum, pedagogo, e outros.
Além do planejamento, ou a partir dele, o professor especializado pode propiciar ao aluno condições de estar, senão em igualdade com os demais colegas, pelo menos bem próximo na capacidade assimilar os conteúdos. Por exemplo, para um aluno cego ele poderá disponibilizar textos em braile, traduzir para esta linguagem as produções do aluno e adaptar material para uso do sentido tátil. Para um aluno surdo, o ensino da libras. Para um aluno deficiente físico adaptação de mobiliário e outros como engrossador de lápis e outros utensílios. Enfim, trabalhar de modo a propiciar ao aluno com necessidade especial condições de acesso ao conhecimento disponibilizado pela escola na sala comum. A sala de recursos multifuncionais é o ambiente em que esse aluno deve possuir todo o amparo para que tenha condições de aprender os conteúdos da classe comum. Para tanto deve frequentar regularmente essa sala em contra-turno.
Para ajudar ao professor especializado, é interessante estudo de caso, tanto na produção como na análise propriamente dito de um caso já estudado. A partir desse caso pode-se ter uma noção de atitudes a serem tomadas com outros alunos que possuem o mesmo caso ou similar.
O estudo de caso permite que se tenha um ponto de partida para as ações a serem desenvolvidas com os alunos com necessidades especiais.
Como já até foi citado no início deste texto, o planejamento das atividades do atendimento educacional especializado na sala de recursos multifuncionais é de vital importância para garantir ao aluno especial que seja incluído na escola, que possa acompanhar com os colegas da sala comum o currículo proposto. Esse planejamento, individual, deve ser construído a várias mãos, todos os profissionais envolvidos direta ou indiretamente com a aprendizagem do aluno.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Este artigo saiu, em 2010, num caderno especial de A Tribuna
O prazer e a importância da leitura e
escrita
Por Israel Scardua de Aquino
POR QUE LER?
Ensinar a ler e a escrever é um dos desafios mais difíceis a que os
professores nos dispomos num mundo dominado pelas mídias visuais. Quando digo
professores de leitura e escrita não estou me referindo apenas aos
alfabetizadores ou de Português. Todo professor comprometido ensina a ler e
entender o que se lê. Não apenas leitura de palavras, mas a todas as formas de
linguagem tais como a música, a pintura, os gráficos...
A leitura é essencial para aquisição da escrita. É sabido que quem mais lê,
melhor escreve. Escrever bem não quer dizer sem erros gramaticais de
concordância, regência, ortografia, pontuação e outros; é escrever com clareza,
objetividade, é ser capaz de se comunicar bem.
A leitura hoje está mais acessível: livros, jornais, revistas,
computadores e outras formas de comunicação permitem que tenhamos contato com o
mundo das palavras, mas infelizmente não temos conseguido formar leitores em
potencial. Isso é lamentável pois é na leitura que se encontra informação,
sabedoria, autoconhecimento, memória e se desenvolvem pensamentos próprios.
Contamos com bibliotecas públicas e projetos relevantes como A Tribuna na
escola no intuito de formar leitores, mas há ainda escolas municipais, por
exemplo, mesmo da capital, sem biblioteca.
A informação é necessária para
desenvolver o senso crítico. Depois que conhecemos nossa realidade somos
capazes de refletir e adequá-la de modo a buscar nossas realizações e nossa
felicidade. A literatura desvenda a alma humana, tanto as narrativas, os textos
líricos e os dramáticos aludem às diversos comportamentos e formas de ver a
vida, o que nos proporciona sabedoria na hora de tomarmos atitudes e decisões.
A identificação com personagens e com os eu-líricos permitem que o leitor
conheça mais a si mesmo a partir de histórias e poemas. Os livros trazem toda a
memória da história e da cultura da humanidade. A leitura dos diversos gêneros
textuais, com tantos temas e infinitas possibilidades, é a principal
responsável pela formação de opinião. Com a leitura adquire-se a capacidade de
ter pensamentos próprios e disso depende uma democracia. O Brasil só será uma
democracia de verdade quando os cidadãos tiverem acesso pleno à leitura.
POR QUE NÃO SE LÊ?
A televisão, o cinema, os
videogames, os computadores e os escritores ruins destruíram a literatura. As crianças estão cercadas por telas e não se
sabe qual é o futuro da leitura num mundo dominado pela imagem. Segundo uma
pesquisa do Instituto Ipsos, 57% das crianças e jovens brasileiros de 2 a 17
anos passam no mínimo três horas por dia diante da televisão, enquanto 43% não
gastam nem um minuto por dia lendo livro; só fica atrás de Macedônia,
Indonésia, Albânia e Peru. A leitura das crianças e dos jovens se resumiu à de Best
Sellers traduzidos para o português com histórias de magia e vampiros. Quem se
habitua a ler autores desse tipo literatura terá dificuldade de ler um texto
com linguagem mais elaborada, mais da polissêmica, muito comum aos textos
literários de qualidade.
O brasileiro não entende o que
lê, porque lê pouco. A Câmara Brasileira
do Livro registra que os EUA lançam 11 livros a cada ano, o Brasil 2,5. O
Sindicato Nacional dos Editores de Livros pesquisou por três meses a leitura no
Brasil e concluiu que 30% dos brasileiros leram um livro somente naquele
período, 14% não leram nenhum, 11% não tinha dinheiro pra comprar um livro e
39% usou a desculpa de que não tinha tempo para ler. O Programa Internacional
de Avaliação de Alunos verificou a posição do Brasil em 32º lugar entre 41
países: jovens entre 15 e 16 anos não passaram em leitura, interpretação e
assimilação de textos. Os dados mostram ainda que quanto maior a faixa etária
do jovem, maior a taxa de analfabetismo. Entre os jovens de 15 a 17 anos, 1,7%
são analfabetos - em 1998 o índice era de 8,2%. Entre os de 18 a 24 anos, 2,4%
são analfabetos. Isso é preocupante. 68% dos jovens entre 18 e 24 anos não
estudam (IBGE). Entre os 18 e 24 anos de idade, está a maior diferença. Trinta
e dois por cento das mulheres brasileiras nessa faixa etária estudam. Entre os
homens, a porcentagem cai para 28,9%. A contradição está entre a população
analfabeta: as mulheres também são mais numerosas entre elas. Dos 14,5 milhões
de analfabetos com mais de 10 anos de idade, 7.411.000 são mulheres. Entre 16
países em desenvolvimento o Brasil é o primeiro em repetência, com 26% Paraguai
8,4%. Só 32% chegam à faculdade nos demais 80%.
O QUE FAZER?
Quem pode mudar essa história?
Primeiramente a família: ao ler para uma criança antes de ela dormir, ou
sentada em seu colo, o pai ou a mãe ensinam a ler. E não há melhor professor
que o exemplo, associado ao carinho e aconchego de quem a criança tem como
modelo. Outra atitude bastante louvável é presentear a criança com livros e
levá-las a uma biblioteca ou uma livraria num programa em família num dia de
lazer. A criança associará a leitura a coisas boas como estar com a família ou
fazer um passeio.
A escola também tem papel
fundamental porque orienta a leitura dos gêneros textuais a que a família não
tem acesso ou compreensão, e ensina a escrever. É preciso que o ensino da
escrita seja de forma prazerosa, para tanto se defende a democratização do
texto. A escola tem de considerar a leitura e a escrita como objeto de ensino. Quando
se escreve para ser lido por um público considerável, a criança e o jovem
escrevem com mais prazer e pensando no leitor. Isso dá sentido ao texto. E vale
lembrar que quem não lê tem dificuldade em escrever.
domingo, 9 de junho de 2013
Alunos superdotados têm acompanhamento especial da prefeitura
Crianças, adolescentes e adultos superdotados ou com altas
habilidades, matriculados nos centros de educação infantil e nas escolas de
ensino fundamental de Vitória, recebem atendimento educacional especializado da
Secretaria Municipal de Educação (Seme).
Profissionais das unidades de ensino são treinados para
identificar as áreas de interesse dos alunos e potencializá-las dentro da
escola. Os estudantes também podem ser encaminhados para projetos específicos da
Prefeitura ou programas desenvolvidos por instituições parceiras.
Os professores de alunos com altas habilidades atuam de forma
articulada com os outros professores. Suas atribuições:
- Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos e estratégias que considerem as necessidades específicas dos alunos da Educação Especial;
- Elaborar e executar um plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;
- Organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais;
- Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola;
- Estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade;
- Orientar as famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno;
- Ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação;
- Estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.
Última atualização em 20/05/2013.
http://www.vitoria.es.gov.br/seme.php?pagina=altas
No ano passado atendíamos as 53 escolas da rede nos turnos matutino e vespertino, mais a EJA. Éramos 12 profissionais atendendo em média oito escolas cada um. Eram atendidos 106 turnos, mais a EJA. Os Cemeis não eram atendidos por falta de profissionais. Nunca foram. Com a extinção do Centro de Talentos em outubro de 2012, os profissionais tiveram de escolher UMA escola para trabalhar. Hoje são apenas atendidos 11 turnos pelos professores. Vejam bem: eram 106, agora são 11. É uma pena tantas escolas terem perdido o atendimento da educação especial na área de altas habilidades. Acho que os verbos do texto postado no site da prefeitura estão no presente porque talvez seja um sonho que espera realizar a curto prazo. Talvez as coisas estejam acontecendo e não fui informado. Alguém pode me dizer em que Cemei há atendimento na área de altas habilidades?
domingo, 26 de maio de 2013
Perfil
Sou Israel Scardua de Aquino, 43 anos, morador da Praia do Canto, Vitória, ES. Sou professor há 24 anos. Atualmente trabalho às quintas pela manha na FAESA Ensino Médio, onde leciono Literatura e Espanhol. Todas as tardes trabalho na PMV, na EMEF MMM, em Maria Ortiz, onde desenvolvo trabalho com alunos com indícios de altas habilidades e superdotação.Atendo também alguns alunos com DI. Todas as noites dou aulas de Comunicação Aplicada para os cursos tecnológicos do CET FAESA, onde também dou aulas de Espanhol às sextas pela manhã. Minha família mora toda em Vitória. Meus pais e meu irmão David que é formado em Comunicação e estuda Artes Visuais moram em Jardim da Penha. Minha mãe, Sonia, é dona de casa e meu pai, Deuzedino, motorista aposentado. Tenho um irmã, Marli, casada, mora em Jardim Camburi e cursa Pedagogia. Meu irmão Mário é casado, mora no Centro e é administrador, trabalha nos Correios. E irmão Leonardo mora na Mata da Praia e é advogado, mas trabalha no TJ. Tenho muitos amigos com os quais gosto de jantar, almoçar e tomar café... Gosto de praia, cinema, teatro, de ficar em casa pintando e desenhando. Sou artista plástico autodidata. Já ingressei no curso de Artes Visuais mas não terminei por incompatibilidade de horários. Gosto de ler romances em língua espanhola, romances, contos e crônicas, e poesias de autores brasileiros e portugueses. Já estudei teatro e cinema. Pratico musculação e corrida. Sou cristão protestante. Gosto muito de viajar. Sou bem humorado, tenho convicções as quais defendo sempre aberto ao diálogo.
Anelos e expectativas com curso de AEE
Israel
Scardua de Aquino
Vitória,
30 de abril de 2013
Fazer
um curso a distância é uma novidade e um desafio enorme para mim. Sempre tive
resistência em entrar numa empreitada dessas. Sempre achei muito mais difícil
em todos os aspectos. Talvez porque sempre faço muitas amizades nos cursos que
faço. Gosto de interagir com as pessoas pessoalmente. Acho o ambiente virtual
frio e perigoso. No momento em que conversamos com um grupo sobre determinado
assunto na modalidade presencial podemos sentir a calor das palavras, perceber
as tonalidades dos sons, olhar nos olhos de quem fala e em seu corpo, e tudo
isso transmite mensagens que podem dar uma carga de significados interessante
ao discurso.
Quando
soube das inscrições para este curso, me inscrevi dado ao interesse que tenho
pelo tema, que para mim, neste momento, é extremamente relevante e percebo a
iminente necessidade de estudos na área. Pretendo, a partir dele, dar
continuidade aos estudos na área de Atendimento à Educação Especial.
Sei
da minha dificuldade de organização de tempo e criar uma disciplina para
estudar a distância até porque trabalho em três horários, mas minha força de
vontade vai me fazer superar as dificuldades. Pretendo me organizar para
dedicar algum tempo de meu planejamento na escola em que trabalho na Sala de
Recursos Multifuncionais, à tarde. Tenho também um tempo em que me dedico a
planejamentos diário de atividades no período noturno, diariamente.
Inscrevi-me
num sorteio na Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Vitória (SEME)
na qual sou lotado como professor especialista, mas não fui contemplado de
início. Alguns dias depois da lista de sorteados fui chamado para fazer minha
inscrição porque havia ficado numa lista de suplentes. Não pensei duas vezes.
Reuni a documentação e fiz a inscrição no curso.
Participei
do primeiro encontro presencial, em que encontrei muitas colegas de trabalho,
que estão na área de educação especial e com quem estou sempre aprendendo. Meu
trabalho é com alunos com altas habilidades/superdotação AH/SD na Sala de
Recursos Multifuncionais na EMEF Marechal Marcarenhas de Moraes. No início
deste curso descobri que não contempla a área de AH/SD. Fiquei um pouco
desapontado porque acho essa área pouco discutida nos meios acadêmico e havemos
de convir que existe uma necessidade iminente de discutir a metodologia de
atendimento a alunos com AH/SP, pelo menos no município de Vitória, onde até o
ano passado a Secretaria de Educação encerrou uma modalidade de atendimento
havia 10 anos em execução, alegando implantar outra metodologia, o que até a
presente data não ocorreu. Espero neste curso, no entanto, aprender mais sobre
o AEE e poder trabalhar com outras áreas da EE.
Pesquisa sobre AEE
Pesquisa sobre AEE
O primeiro atendimento especializado a pessoas com indícios
de altas habilidades/superdotação, no Brasil, aconteceu em 1929, embora não
tenha sido garantido legalmente por não pertencer a políticas públicas. Há
estudos sobre a inteligência humana que a tratam como inerente à espécie e
biológico, mas há quem defenda ser adquirida, e aí a escola entra com uma
participação fundamental pois a ela cabe o papel de estimular, oferecer o
conhecimento que a humanidade historicamente acumulou. Gardner propõe a sete
grupos de inteligências. Um indivíduo pode possuir uma ou todas. Uma pessoa
pode ter uma inteligência mais desenvolvidas que outra, àquela pessoa devem ser
oferecidos meios de desenvolver de forma especial sua(s) inteligência(s).
CRUZ Carly Cruz; SANT'ANA, Luana. Altas
habilidades/superdotação e inteligência: breves discussões. Vitória.2012.
Disponível em
www.espacovilanova.com.br/index.php/publicacoes/149-altas-habilidades-super-dotacao-e-inteligencia-breves-discussoes-2012.
Acesso em 10/05/2013.
Este link contém um artigo muito interessante sobre altas habilidades/ superdotação
(http://www.espacovilanova.com.br/index.php/publicacoes/149-altas-habilidades-super-dotacao-e-inteligencia-breves-discussoes-2012
(http://www.espacovilanova.com.br/index.php/publicacoes/149-altas-habilidades-super-dotacao-e-inteligencia-breves-discussoes-2012
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este blog é um espaço de papo sobre assuntos que gosto de discutir: educação, política, arte, comportamento, religião e outros mais. Não tenho intenção de agradar, mas publicar minhas opiniões e minhas ideias, e refletir com amigos, alunos, familiares, colegas e quaisquer pessoas que concordem ou não comigo.
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